segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

domingo, 26 de fevereiro de 2017

sábado, 25 de fevereiro de 2017

sobre o dia de hoje*

‘’se queres ver o mundo inteiro à tua altura, tens de olhar p’ra fora sem esquecer que dentro é que é o teu lugar’’.  [jorge palma]
aprendo muito sobre mim em cada Coaching/Workshop que dou. cresço em humildade e gratidão por cada pessoa que conheço. descubro-me inteira na raíz de árvore que sou e relembro as vezes que tive de perfurar cimento para sobreviver de pé. na minha vida ainda não há lugar para a contemplação, continuo no caminho da construção. 
sinto-me agradecida por poder ser motor. por continuar a ser dura com o meu ego e por silenciá-lo sempre que me tenta desviar. e repito, com a mesma convicção com que o faço desde o primeiro dia: não quero ter mais, quero ser mais.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

lista para o fim-de-semana ❥

Este texto
«Cada dia é sempre diferente dos outros, mesmo quando se faz aquilo que já se fez. Porque nós somos sempre diferentes todos os dias, estamos sempre a crescer e a saber cada vez mais, mesmo quando percebemos que aquilo em que acreditávamos não era certo e nos parece que voltámos atrás. Nunca voltamos atrás. Não se pode voltar atrás, não se pode deixar de crescer sempre, não se pode não aprender. Somos obrigados a isso todos os dias. Mesmo que, às vezes, esqueçamos muito daquilo que aprendemos antes. Mas, ainda assim, quando percebemos que esquecemos, lembramo-nos e, por isso, nunca é exactamente igual.» José Luís Peixoto
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» créditos imagem | maggy daisy

desta semana*

o registo das minhas semanas podia ser este muitas vezes: conjugar o verbo ir. intercalar trabalho com tempo de qualidade em sítios bonitos. levar os meus sempre comigo e ter o melhor dos dois mundos.
foi assim na Madeira. com trabalho, com amigos, com os meus rapazes, e com todos os mimos a que temos direito. numa verdadeira rota-dos-afectos conhecemos lugares e pessoas absolutamente fantásticas. abraçámos o azul e as pessoas que trouxemos guardados no coração. respirámos fundo em uníssono e agradecemos à vida por este bocadinho de felicidade tão bom. 
das espetadas em pau de loureiro, do milho frito, dos maracujás, das bananas da madeira, das ponchas, do bolo de mel, das lapas, do bolo do caco... de tanto que amamos na madeira, terminamos a semana já com saudades e a agradecer aos que nos receberam tão bem. à maravilhosa Quinta das Colmeias e aos nossos queridos amigos (obrigada, com todo o coração); à Visit Madeira e a uma equipa de pessoas espectaculares (Sandra, Marta e Sónia: são as maiores!); à Driving Madeira (Énia e Melissa: mil vezes obrigada pelo carinho!); à Fnac Madeira e ao Bruno Olim que foi só a pessoa mais espectacular que pôs toda uma ilha a falar de mim e do meu livro (nunca terei palavras suficientes para te agradecer, Bruno); ao Diário de Notícias da Madeira e à Paula Henriques pela entrevista tão simpática que me fez; ao Jornal da Madeira e à Susana de Figueiredo pelo destaque na secção de Cultura num artigo tão bonito em forma de abraço; à RTP Madeira; ao Dinarte Viveiros da Rádio Clube Madeira pela simpatia e pelo tom divertido da nossa conversa; à equipa 20 estrelas da Rota dos Cetáceos (Pedro, Helena e Flávio), de quem o Martim fala todos os dias (e diz que quer trabalhar no mar como eles); à Quinta do Furão pelo almoço com a vista mais bonita que já vi na vida; e a todos os madeirenses que nos recebem sempre tão calorosamente. obrigada gente boa. voltamos no Verão, para um Retiro e para, finalmente, conhecermos o Porto Santo.

espírito de sexta-feira*


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

sobre muito talento, pequena maravilha*



adoro ilustração. adoro e admiro pessoas com talento para esta arte tão bonita. tenho umas quantas ilustrações nas paredes da minha casa – umas da mais genial Rita que conheço, outras da tão luminosa Joana, e mais algumas da tão querida Inês. adoro-as, são talento puro. 
hoje partilho o trabalho bonito (e o coração leve) da maravilhosa  margo hupert. a m o tudo o que faz. 

dos meus dias maiores*

6:17. meditei, bebi a minha água morna com limão, pus roupa a lavar, arrumei a loiça da máquina, fui com o Sal à rua, preparei o meu pequeno almoço (e o deles), vi e-mails e listei as prioridades do dia, espreitei as notícias no Público, respirei fundo, agradeci, revi o que quero publicar hoje, escrevi dois textos, ouvi música, tomei nota da lista de compras, acordei o Martim com o ritual meloso de todos os dias, voltei a agradecer (ser mãe é para sempre), são 8h25, saímos juntos, está tudo organizado, respiro fundo de novo, estou pronta para um novo dia de vida.
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coisas boas para este dia: 

» créditos imagem | maggy daisy

e o que for para ser, será ❥





quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

persisto: nas coisas e nas pessoas certas*

há um tempo atrás, procurava muitas vezes a ordem que me fazia falta aos dias. procurava perceber o que tinha que mudar para não ter uma permanente sensação de estar sempre a correr, de sentir (no desespero do tempo que não sobrava) que dava pouca atenção ao(s) que mais me importa. 
ainda procuro a ordem que me faz falta nos dias. ainda há dias em que me sinto sem tempo. mas hoje, algum tempo depois, já não soçobro em mim mesma. aprendi que a vida não é simples e nunca vai ser. aprendi que na vida tem que se aprender a fazer simples e que dá (mesmo) muito trabalho simplificar.  
hoje, guardo(me) 15 minutos por dia. religiosamente, imperativamente, sem falhas. são 15 minutos meus, só meus. quase sempre de manhã, com a luz que só eu (madrugadora) conheço. 
e podia trazer para aqui uma série de benefícios alinhados com os manuais de mindfulness e slow living. mas eu, faço-o em nome da leveza do meu coração (o que alguns chamam de sanidade mental..). faço-o em nome da serenidade essencial. faço-o em nome da ordem desordenada dos dias. e faço-o em nome do bocadinho de paz que faz a diferença a vida: menos peso nas costas
faço-o por mim. porque acredito que a vida não se muda sozinha.

do que a vida ensina*



terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

o coração não mente*

ninguém conhece ninguém até à primeira tempestade. e é nos apertos e nos acertos da vida, que sabemos quem são as pessoas que moram no nosso peito: as que escolhem ficar. com tudo e apesar de tudo.
às vezes, não aprendemos a dizer adeus, mas aprendemos a aceitar. confiamos que o coração é o nosso norte e que ele nunca nos mente.
quando parece que nada acontece, há a vida a cuidar de tudo: o tempo certo, o lugar e a pessoa certa.
até lá, respirar. não há nada mais desgastante do que querer ser sempre forte. e, às vezes, é preciso ir ao chão para aprender uma das lições mais essenciais:
- ser feliz é o compromisso mais sério que temos com a vida. e por nada, ou por ninguém, devemos esquecê-lo.

plano para ser feliz*