sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

desta semana*


a vida ensinou-me:

#1. se conseguires confiar no tamanho das bênçãos que estão a chegar à tua vida, irás entender a importância de cada batalha que tiveste de enfrentar. não baixes a cabeça.
| o universo está sempre atento. e devolve sempre o que tu fazes. se a intenção do teu coração for a do Bem, não tens que te preocupar com nada. |

#2. na vida não importa tanto quem te dá a mão. importa muito mais quem nunca a solta.
os que são para sempre importam-se, preocupam-se, cuidam, respondem, estão, são e não te falham.  
| só esses devem ter peso na balança da tua vida |

#3. nem todas as pessoas têm o mesmo coração. não é seguro esperar tanto dos outros.
algumas pessoas só vão gostar de ti enquanto lhes fores útil. aprende. alguém que goste verdadeiramente de ti não te faz sentir mal, não te cobra, não te ignora, não amua contigo, não deixa para depois o que pode dizer hoje, não te aponta o dedo com um ‘’eu avisei...’’.
| nem tudo o que perdes é uma perda. deixa ir. ainda vais agradecer. |
mais à frente, a vida vai-te mostrar que ainda existem aquelas outras pessoas. as que são tão bonitas por dentro que só apetece abraçá-las, celebrá-las e agradecê-las. aprende a reconhecê-las e a guardá-las muito pertinho de ti.

23 | espírito de sexta-feira




quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

sobre aquilo em que acredito profundamente*


«A vida não é um caminho em linha reta. Há perdas, há ressentimentos, há expetativas defraudadas, há recuos, há avanços. Mas, apesar de tudo, vale a pena acreditar e continuar em frente para não viver numa amargura constante, numa angústia sem fim. (…) 
Aos 46 anos, aquilo que mais precioso aprendi na vida é que não importa o que ela nos faça, o importante é mantermo-nos de boa-fé e propensos à alegria.»  

[ maravilhoso] Valter Hugo Mãe


22 | sempre*





quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

para ti, todos os dias*


tenho o amor como a minha primeira coordenada. como a minha rede de segurança em todas as fases de trapézio-sem-rede. o ponto preciso onde tudo começa e o ponto exacto onde tudo termina. a razão certa nos dias sem razão. a certeza doce nos dias sem certezas. a janela que descerro todos os dias, de onde vejo o sol e deixo entrar a luz. 
tenho o amor como o arco-íris nos dias cinzentos, as viagens que faço sem sair do lugar, o entendimento certo do silêncio que se faz colo, a mão no ombro que tranquiliza, segura, ampara. os abraços que foram feitos à minha medida, o peito que é a minha morada constante, as mãos que são o meu mapa mundo, o sorriso que se abre para me iluminar.  
tenho o amor como a minha primeira coordenada. e a evidência que sublinha a minha maior constância: 
«mesmo que me falte o universo inteiro, nada verdadeiramente me falta.»


21 | lema de vida*





terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

ser feliz | as minhas dicas para esta semana*

#1. (não) comparar.
‘’a comparação é um ladrão da alegria.’’ embacia-nos os olhos (do coração), tira-nos o foco e a capacidade de agradecer pelo que temos, faz-nos sentir menos por comparação ao (que achamos que é) mais de outros, e não nos deixa perceber quem somos porque medimos o nosso valor e o do nosso caminho com a régua dos outros.

 

#2. identificar.
as pessoas felizes não são as que têm tudo o que querem, mas as que conquistam tudo o que precisam. as que não perdem de vista a essência, a massa de que são feitas. as que não esquecem nunca o lugar de onde vêm, as raízes que as seguram, quem lhes dá a mão ao longo do caminho, os que vêm por uma lição e os que chegam para uma vida.

 

#3. encontrar (o lugar).

chega uma altura da vida (e do nosso crescimento) em que sabemos - à conta de tanto cair e levantar - que o mais importante não é vencer todos os dias, mas não desistir de recomeçar.

 

20 | nem antes, nem depois*


segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

em contagem decrescente*




(re)ler para não esquecer*


acredito em milagres, mas faço com que aconteçam. sou altruísta e bondosa, mas equilibro o que dou aos outros com o que dou a mim mesma. quero alcançar muitas coisas, mas acima de tudo quero sempre alcançar a minha Paz. aprendi que a vida não termina com uma dor que dói muito. às vezes, começa mesmo a partir daí. a minha resiliência provou-me que o (meu) pão não cai sempre com a manteiga virada para baixo. acredito sempre no lado bom de tudo. pratico o ‘’estou aqui para ti’’ como uma religião e sei que estar presente não tem nada a ver com geografia. é estar, viver e permanecer do lado de dentro. assim como há uma primeira vez, também há uma última vez para tudo. por isso, não passo ao lado da vida incrível que o Universo reservou para mim. vivo sempre no agora.

19 | repetir todos os dias*





domingo, 18 de fevereiro de 2018

10 linhas sobre o (nosso) domingo*


‘’existe uma fenda em tudo. é assim que a luz entra.’’ – leonard cohen
deixa a luz entrar. esta é, de certeza, a frase que mais repito na minha vida, para mim e para os outros. tem tanto de bom, carrega com ela tanto daquilo em que acredito, tem na essência um mote tão bonito, que só de a pronunciar tudo à volta fica mais leve.
foi um domingo de luz, de deixar a luz entrar, de agradecer toda a Vitamina D que inspirámos, de parar para não fazer nada - esse luxo tão raro, de dar mimo, de doar o nosso tempo, de organizar a semana, de recuperar fôlego, de fazer panquecas e trabalhos de casa, de manter as coisas simples, de simplificar do lado de dentro, de agradecer o sentido de refúgio, de preparar o coração para tudo o que vem e dizer-lhe baixinho:

18 | o outro nome do domingo*



sábado, 17 de fevereiro de 2018

tão isto, que podia ser sobre mim*


«Quando as coisas começam, nunca sabemos o quanto significarão. Podemos partir com tudo ou com (quase) nada. Mas não sabemos. Antes de este Inverno começar, não tinha ideia de como seria fundador. Não sabia que tanto encontraria o seu lugar. De todas as estações frias, esta. Despedir-me de coisas que foram e que deixaram de ser. E isso ser pacífico, por ser o que tem de ser e por ter deixado de estar nas minhas mãos. Ver o início de outras. Com todo o medo e respirar fundo que isso sempre implica. Mas mais importante do que terminar e do que começar ou recomeçar, a ideia (linda) de continuar. Creio que nos centramos sempre nos dois opostos. Queremos ou não queremos chegar ao fim de coisas. Queremos ou não queremos começar coisas. Esquecemos muito o que continua. O que segue caminho em nós e no mundo. O que persevera. O que espera pelo melhor. O que resiste.»

| in, coisas d'amar |

17 | lei da atracção*




sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

desta semana*


#1. foi uma semana muito boa. a melhor parte de todas: a minha mana e os meus sobrinhos, o tempo só para eles e a gratidão que sinto por poder ter este tempo sem pressas. foi um reforço gigante na minha força anímica, um encher até transbordar todos os depósitos de amor incondicional, um guardar cá dentro a alegria que eles trazem à minha vida, muito rir até doer a barriga, fazer off ao virtual e abraçar com força este meu pequeno mundo dos afectos, tão real, tão essencial.

#2.  escrever. partilhar. levar luz. é cada vez mais claro e consistente o meu propósito. e cada vez mais sereno e sólido. devo-o muito a mim, reconheço a minha persistência e a minha resiliência e não me poupo na gratidão. devo-o muito a todos os que me somam força, foco e fé. devo-o muito, muito, muito a todos os que me dão colo, e amor e coragem para não desistir nas subidas mais duras e para ganhar fôlego nas descidas mais leves.

#3. o resumo bonito das mãos que têm recebido o meu querido livro anda por aqui. as imensas fotografias que me têm enviado vão fazer parte de um mural muito especial. o top que temos (eu e a minha Manuscrito) agradecido todos os dias deixa-me tão feliz. e os lugares onde vamos estar nos próximos dias, enchem de imensa luz o meu coração. obrigada, muito obrigada a todos.

16 | regra #1 para ser feliz*


quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

o que se ouve, o que se lê & o que se vê por aqui

«o orgulho maior que se pode ter no que somos para alguém, é quando nos dizem que somos a força que segura, que somos a energia que faz sorrir. que somos quem ajudou a sair de um momento difícil, seja da saúde ao trabalho, à família, ou ao complicado que a vida ás vezes é. amar alguém é muito mais que sentimento, e tem a ver com essa dedicação, essa preocupação permanente em saber do outro. é estar atento a cada detalhe, desde o tom da voz, ao brilho dos olhos, ou - tão importante - à forma como um corpo se dá ao abraço. estamos de verdade ligados, quando se sabe ler o outro neste momentos. seja um filho, um pai, ou um amor,  é isso que nos liga para a vida - muito mais que os sentimentos, é o estar presente sempre. sem querer nada em troca. porque quando se ama, poder estar ao lado a puxar a mão já é a maior felicidade que se pode ter. sorte a minha, de o poder fazer todos os dias..» | in, momentos |  

música
nas últimas semanas, andei viciada em três vozes:
esta | esta & esta 

livros


filmes / séries 
a casa de papel | homeland (o regresso) | the chi                                       

15 | (o meu) lema de vida*