sábado, 19 de janeiro de 2019

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

da força dos meus ombros*

ser feliz é um trabalho que dura o ano inteiro, um caminho que nos leva a lugares incríveis, um arriscar permanente em encontrar aquilo que nos falta, uma decisão que não se fica pela metade, que não se quer mais ou menos, que não se vive sem escolher ir e dar a volta ao destino. ser feliz é aquele trabalho de luta para ter uma vida normal, nem leve nem pesada demais. uma vida do tamanho dos nossos sonhos e da força dos nossos ombros.

se trouxer paz, confia. estás no caminho certo.

e sempre*


quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

sem truques*


sigo o meu coração. ouço o que me vai dentro. ligo pouco-ou-nada aos que dizem que não sou capaz. quando a força vacila, a esperança leva-me ao colo. quando as duvidas me cercam, a resiliência ergue-se como uma flecha. encho o peito de um ar-feito-de-fé, agarro-me ao pára-quedas da minha coragem, seguro as mãos firmes dos que me são essenciais, prometo-me nunca desistir de mim, e repito todos os dias como uma oração:
escolho, decido, luto pelo que quero.
sigo o meu coração. é ele que me conhece como ninguém.  do lado de dentro.

prémio 5 estrelas*


quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

este é o meu foco*

falo mais das minhas bênçãos do que dos meus problemas. canto mais as minhas alegrias do que choro as minhas tristezas. sei o que quero [e quem quero] atrair na vida. foco-me na voz que vem de dentro e sigo a acreditar: não adianta evitar ou forçar, tudo acontece quando o tempo mandar.
sigo de mãos dadas com quem é de verdade, com quem faz tudo para me ver sorrir, para me ver brilhar. retribuo na mesma medida. sei que num coração-bom cabe sempre mais um. 
tenho sempre muito para agradecer. e não me esqueço. por muitos sonhos que tenha, por muitos planos que faça, por muitos caminhos que se abram para mim, sei que o melhor que há na vida é tudo o que já tenho, tudo o que já sou, tudo o que ganho, e tudo o que dou.

16*


terça-feira, 15 de janeiro de 2019

agradeço todos os dias*

a luz bonita das minhas coisas simples.

pratica o desapego, e a leveza*


ser ( muito mais ) selectiva com as lutas que escolho lutar e com as pessoas que escolho guardar, não tem nada de errado: ajuda-me a manter o foco no lado certo da vida e a carregar comigo apenas o que me faz bem. 
sentir que no meu coração só cabem os melhores da minha vida, não tem nada de errado: faz-me conhecer e reconhecer quem mora lá dentro ano após ano, todos os dias, sempre. saber com clareza o que deixei para trás não tem nada de errado: faz-me valorizar e sentir agradecida pelo que de bom carrego do lado esquerdo do peito; faz-me sentir orgulhosa pela minha força, foco e fé, pela plenitude nas conquistas e pela humildade nas derrotas, pelo erro e pelo acerto, pelo sentido que dei a cada sopro de coragem que a vida me pediu. 
praticar o desapego também é isto: aprender a gostar de guardar só o que é leve, só o que é bom de guardar. 

escrever para nunca esquecer*


segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

nunca é ( só ) sorte. nunca. *


há quem lhe chame sorte, eu chamo-lhe lei do retorno. àquela coisa boa que faz as pessoas certas cruzarem o nosso caminho na altura certa, àquela bençâo que faz com que tudo o que parecia tão denso fique mais leve, em nós e à nossa volta; àquela fé no fiel da balança-da-vida que - acredito mesmo - não (me) falhar, e àqueles tropeços que parecem infelizes e que, afinal, só vieram para nos obrigar a parar e a repensar todas as certezas que achamos ter. e então percebemos que, às vezes, a vida faz-nos ir ao fundo de nós mesmos para desarrumar tudo e não voltar a ter nada igual. Às vezes, obriga-nos a chorar tudo para logo a seguir rir até doer a barriga, agradecer as coisas pequenas da vida, largar todas as pedras do caminho e viver com mais leveza. 
há coisas que não se desfazem com o tempo, aquelas que permanecem ligadas por um fio invisível que une todas as pessoas do Bem. e hoje, junto as mãos no peito e agradeço à Vida por aquilo que uns chamam de sorte, e que eu chamo de  (maravilhosa) lei do retorno.

há tanto para viver*


domingo, 13 de janeiro de 2019

sábado, 12 de janeiro de 2019

no meu ADN*

amor. aquele amor que é um abraço de 6 segundos. aquele amor que é o acerto comigo, com os outros e com a vida. aquele amor que faz com que tudo pareça infinitamente mais fácil e, acima de tudo, possível. aquele amor que constrói, que apazigua, que é a artéria principal que percorre a geografia da nossa vida, a única que temos de manter livre, desobstruída de maldade, transitável, acessível ao resto do mundo.
amor. a pedra basilar. o sentimento determinante, a ponte que liga, a vida à procura de mais vida, o oxigénio, o sentimento etéreo e absolutamente imprescindível.

dar muito, muito valor ao que mais importa*


sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

fim-de-semana*


desta semana ( tão boa )*

às vezes procuro resumir as minhas semanas em três palavras. é um exercício que gosto de fazer com o meu filho todos os dias, sobre os dias dele, sobre as três coisas que gostou mais e as que gostou menos. é um exercício de foco, de força e de fé. De ocupar o espaço da cabeça (e do coração) com as coisas boas que acontecem e de fazer uma limpeza às menos boas. é como aprender (todos os dias) a limpar o filtro da máquina que (tantas vezes) somos e deitar fora o que não presta, o que não faz bem, o que não é bom.
e então foi assim que decidi resumir esta semana, nas três palavras mais importantes:
#1. meditar.
consegui meditar todos os dias. apenas dez minutos, menos tempo que o habitual, mas absolutamente essenciais para me manter serena e focada.
#2. avançar.
o meu livro novo quase a nascer para o mundo. e um novo projecto muito sonhado. e saber agradecer no tempo certo (que é sempre o agora) às pessoas que me têm ajudado a atingir os meus objectivos.
#3. regressar ( sempre ) aos lugares onde sou feliz.
~
foi uma semana cheia dos meus verbos-motor: agradecer e avançar.

a melhor lição desta semana*