quarta-feira, 3 de junho de 2020
terça-feira, 2 de junho de 2020
( resumir ) o meu mundo particular *
as coisas
importantes da vida não chegam com um golpe de sorte ou um truque de magia. são
o resultado - sempre inacabado - de muita resiliência, de muita atitude
positiva, e de uma vontade férrea de ser absolutamente feliz. guardo uma profunda gratidão à
vida por me ensinar (e obrigar) a viver os meus sonhos.
segunda-feira, 1 de junho de 2020
tudo *
gosto de
encontrar em cada dia uma razão para ser feliz. todos os dias. sempre dentro de
mim. sempre no lugar mais profundo e mais sagrado de mim. sempre na força e na
positividade do meu poder interior. sempre no ponto cardeal onde tudo
começa e onde tudo termina: o amor. sempre no equilíbrio entre o meu lado
sombra – que abraço e não nego (ou renego) – e o meu lado luz, que cuido,
protejo e depois partilho. gosto de gostar. gosto de gostar de mim. gosto de
gostar dos outros e faço-o muito bem porque gosto primeiro de mim. e gosto
desta simplicidade que vou conquistando com foco, com ternura, com longos
abraços a mim mesma e às minhas imperfeições. gosto ( muito ) das coisas
simples, das pessoas simples, de tudo o que é de verdade, natural, cru,
genuíno, da terra, sem filtros, sem edição. gosto de dizer o que sinto sem ter
de falar, numa linguagem que só os de amor entendem, num silêncio que une os
que vivem na mesma sintonia, numa forma de estar que é, cada vez mais, a minha
forma de ser. gosto mais de gestos do que de palavras ( as que são tão fáceis
de dar e tão fáceis de (re)tirar ). gosto deste sentido apaixonado com que vivo
a vida. e eu sempre gostei dela, da vida. e eu sempre fui apaixonada por ela, a
minha vida. mas a idade, as coisas e as pessoas, deram-me esta consciência mais
profunda e séria do valor que tem o namoro doce, lento e sem urgências que
quero ter com a vida, com os dias que a vida me traz. repito todos os dias o
quanto gosto de gostar. sem ses nem mas. apenas e só com tudo o que é, com tudo
o que sou.
domingo, 31 de maio de 2020
sábado, 30 de maio de 2020
pequena lista de gratidão *
um chão para pisar e um tecto para onde voltar. saúde
para trabalhar e uma família para amar. uma mão
cheia de esperança para nunca deixar de acreditar e amigos de A grande que
sabem [sempre] como me abraçar.
o pão de cada dia e a fé que me alivia. um ‘’gosto muito de ti’’ todos os dias, e um ‘’não te preocupes que eu estou sempre aqui’’ nos dias certos.
às vezes, só às vezes, tens a sorte de ver a vida toda passar à tua frente. e percebes que és tão feliz com o ‘’pouco’’ que tens. olha para cima e agradece. agradece sempre. porque há quem desse tudo para ter (e ser) esse teu ‘’pouco’’.
o pão de cada dia e a fé que me alivia. um ‘’gosto muito de ti’’ todos os dias, e um ‘’não te preocupes que eu estou sempre aqui’’ nos dias certos.
às vezes, só às vezes, tens a sorte de ver a vida toda passar à tua frente. e percebes que és tão feliz com o ‘’pouco’’ que tens. olha para cima e agradece. agradece sempre. porque há quem desse tudo para ter (e ser) esse teu ‘’pouco’’.
sexta-feira, 29 de maio de 2020
deste lugar que só nos faz bem *
abraçar o
tempo lento do campo. acordar sem despertador. ouvir ao longe o galo a dar as
boas vindas a um novo dia. deixar-me embalar pelo som de dezenas de pássaros.
abrir as janelas (de dentro de mim) de par em par. inspirar o cheiro delicioso
do mar tão perto. sentir na pele o calor bom, a bênção de poder estar
aqui e agora. abraçar com força os meus rapazes, o meu norte e o meu sul.
oferecer o melhor que tenho para lhes dar: tempo com doçura. voltar aos mesmos
lugares de sempre. voltar a ser feliz. explorar lugares novos e absorver toda
a boa energia deste sul que amo. sentir todos os
ventos de mudança e confiar neste símbolo de fluxo constante, nesta força que
nos faz avançar. terminar cada um dos dias a dar graças. simplesmente, a dar
graças.
quinta-feira, 28 de maio de 2020
essenciais para os próximos dias *
os meus
rapazes sempre por perto. tempo só para nós. uma praia quase deserta. uma
lancheira preparada para cuidar da nossa fome até ao último raio. um enorme
chapéu de sol. os protectores-BFF’s da nossa pele. água, muita, muita água e o
meu chá frio de todos os dias ( limão, hortelã, gengibre e canela ). pranchas e
mais pranchas. o livro da semana. inspirar e respirar o cheiro delicioso da
serra. na luz do entardecer apanhar (mais) flores. agradecer à natureza por
tanto que nos dá. aproveitar cada segundo destes dias de uma nova ‘’normalidade’’
como quem agarra a vida com as duas mãos.
quarta-feira, 27 de maio de 2020
coisas muito bonitas que li *
Plantar dá trabalho. E parece muito com o exercício de sonhar. Começamos com a escolha do que vai ser plantando. Deve ser
uma muda que te desperte alguma coisa: uma lembrança, uma vontade, um querer.
Plantar sem saber o que vai dá pode não ser uma boa opção, já que cada planta
demanda uma determinada atenção e intenção.
Depois, a gente prepara a terra. Tem que limpar, colocar adubo e deixar ela fértil. Terreno árido não floresce. É preciso abrir espaço na terra para a possibilidade, para a vida acontecer. Nessas horas, mãos cheias de afeto e fé são bem vindas. Acreditar é sempre a
melhor opção.
Aí vem as sementes ou a muda. Um pedaço de vida que precisa ser nutrida por um conjunto de coisas: a terra, o sol, a chuva, o homem. Todo mundo trabalhando junto para o florescer acontecer. E aqui, a espera se mistura com a vontade, com a ansiedade. Mas a natureza tem seu tempo e paciência é ouro. Mas não só. Quando a gente coloca uma semente no solo, é preciso trabalhar duramente para ela vingar. Temos que ter atenção, cuidado. E isso vai nos acompanhar até que as raízes estejam firmes, fincadas do chão.
A planta que brota nos convida a acreditar no mundo. A vida acontece apesar de tudo. E que lindo isso. | Lua Barros Fonseca |
Depois, a gente prepara a terra. Tem que limpar, colocar adubo e deixar ela fértil. Terreno árido não floresce. É preciso abrir espaço na terra para a possibilidade, para a vida acontecer. Nessas horas, mãos cheias de afeto e fé são bem vindas. Acreditar é sempre a
melhor opção.
Aí vem as sementes ou a muda. Um pedaço de vida que precisa ser nutrida por um conjunto de coisas: a terra, o sol, a chuva, o homem. Todo mundo trabalhando junto para o florescer acontecer. E aqui, a espera se mistura com a vontade, com a ansiedade. Mas a natureza tem seu tempo e paciência é ouro. Mas não só. Quando a gente coloca uma semente no solo, é preciso trabalhar duramente para ela vingar. Temos que ter atenção, cuidado. E isso vai nos acompanhar até que as raízes estejam firmes, fincadas do chão.
A planta que brota nos convida a acreditar no mundo. A vida acontece apesar de tudo. E que lindo isso. | Lua Barros Fonseca |
terça-feira, 26 de maio de 2020
pequena lista de gratidão *
#1. a fé. o meu ponto de chegada e o meu ponto de partida. em tudo e para tudo. o meu lugar de abrigo, de conforto, de esperança, de amparo, de uma ternura que vem de um lugar que não se explica. o meu coração aberto à Luz, sem nada esconder, sem nada temer. a certeza de haver tanta estrada para andar e de ouvir a vida mandar [sempre] levantar e continuar.
#2. as voltas que a vida dá. doa o coração aquilo que doer, nunca devemos tentar convencer alguém a ficar na nossa vida. quem gosta fica, simples assim. quando não é simples, quando não traz sossego, não é amor, é apego.
#3. as dúvidas resolvidas, as respostas trazidas.
o açúcar dos meus dias: o começar e terminar sempre dentro do mesmo abraço; a fé que me carrega quando a força me falta; viver na Luz, na comunhão, na espessura e na bravura dos que, como eu, nunca, por nada, deixam de acreditar.
segunda-feira, 25 de maio de 2020
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