terça-feira, 2 de junho de 2020

segunda-feira, 1 de junho de 2020

vamos voltar *


tudo *

gosto de encontrar em cada dia uma razão para ser feliz. todos os dias. sempre dentro de mim. sempre no lugar mais profundo e mais sagrado de mim. sempre na força e na positividade do meu poder interior.  sempre no ponto cardeal onde tudo começa e onde tudo termina: o amor. sempre no equilíbrio entre o meu lado sombra – que abraço e não nego (ou renego) – e o meu lado luz, que cuido, protejo e depois partilho. gosto de gostar. gosto de gostar de mim. gosto de gostar dos outros e faço-o muito bem porque gosto primeiro de mim. e gosto desta simplicidade que vou conquistando com foco, com ternura, com longos abraços a mim mesma e às minhas imperfeições. gosto ( muito ) das coisas simples, das pessoas simples, de tudo o que é de verdade, natural, cru, genuíno, da terra, sem filtros, sem edição. gosto de dizer o que sinto sem ter de falar, numa linguagem que só os de amor entendem, num silêncio que une os que vivem na mesma sintonia, numa forma de estar que é, cada vez mais, a minha forma de ser. gosto mais de gestos do que de palavras ( as que são tão fáceis de dar e tão fáceis de (re)tirar ). gosto deste sentido apaixonado com que vivo a vida. e eu sempre gostei dela, da vida. e eu sempre fui apaixonada por ela, a minha vida. mas a idade, as coisas e as pessoas, deram-me esta consciência mais profunda e séria do valor que tem o namoro doce, lento e sem urgências que quero ter com a vida, com os dias que a vida me traz. repito todos os dias o quanto gosto de gostar. sem ses nem mas. apenas e só com tudo o que é, com tudo o que sou.

todos os dias *


domingo, 31 de maio de 2020

resumir maio ( e a vida ) *


por tudo o que veio e ficou. por tudo o que foi e não voltou: obrigada.


d o m i n g o *


sábado, 30 de maio de 2020

pequena lista de gratidão *

um chão para pisar e um tecto para onde voltar. saúde para trabalhar e uma família para amar. uma mão cheia de esperança para nunca deixar de acreditar e amigos de A grande que sabem [sempre] como me abraçar. 
o pão de cada dia e a fé que me alivia. um ‘’gosto muito de ti’’ todos os dias, e um ‘’não te preocupes que eu estou sempre aqui’’ nos dias certos. 
às vezes, só às vezes, tens a sorte de ver a vida toda passar à tua frente. e percebes que és tão feliz com o ‘’pouco’’ que tens. olha para cima e agradece. agradece sempre. porque há quem desse tudo para ter (e ser) esse teu ‘’pouco’’.

planos para a vida *


sexta-feira, 29 de maio de 2020

deste lugar que só nos faz bem *


abraçar o tempo lento do campo. acordar sem despertador. ouvir ao longe o galo a dar as boas vindas a um novo dia. deixar-me embalar pelo som de dezenas de pássaros. abrir as janelas (de dentro de mim) de par em par. inspirar o cheiro delicioso do mar tão perto. sentir na pele o calor bom, a bênção de poder estar aqui e agora. abraçar com força os meus rapazes, o meu norte e o meu sul. oferecer o melhor que tenho para lhes dar: tempo com doçura. voltar aos  mesmos lugares de sempre. voltar a ser feliz. explorar lugares novos e absorver toda a boa energia deste sul que amo. sentir todos os ventos de mudança e confiar neste símbolo de fluxo constante, nesta força que nos faz avançar. terminar cada um dos dias a dar graças. simplesmente, a dar graças.

off *


quinta-feira, 28 de maio de 2020

a contar os dias *


essenciais para os próximos dias *


os meus rapazes sempre por perto. tempo só para nós. uma praia quase deserta. uma lancheira preparada para cuidar da nossa fome até ao último raio. um enorme chapéu de sol. os protectores-BFF’s da nossa pele. água, muita, muita água e o meu chá frio de todos os dias ( limão, hortelã, gengibre e canela ). pranchas e mais pranchas. o livro da semana. inspirar e respirar o cheiro delicioso da serra. na luz do entardecer apanhar (mais) flores. agradecer à natureza por tanto que nos dá. aproveitar cada segundo destes dias de uma nova ‘’normalidade’’ como quem agarra a vida com as duas mãos. 

acredito muito! *


quarta-feira, 27 de maio de 2020

coisas muito bonitas que li *


Plantar dá trabalho. E parece muito com o exercício de sonhar. Começamos com a escolha do que vai ser plantando. Deve ser uma muda que te desperte alguma coisa: uma lembrança, uma vontade, um querer. Plantar sem saber o que vai dá pode não ser uma boa opção, já que cada planta demanda uma determinada atenção e intenção.
Depois, a gente prepara a terra. Tem que limpar, colocar adubo e deixar ela fértil. Terreno árido não floresce. É preciso abrir espaço na terra para a possibilidade, para a vida acontecer. Nessas horas, mãos cheias de afeto e fé são bem vindas. Acreditar é sempre a
melhor opção.
Aí vem as sementes ou a muda. Um pedaço de vida que precisa ser nutrida por um conjunto de coisas: a terra, o sol, a chuva, o homem. Todo mundo trabalhando junto para o florescer acontecer. E aqui, a espera se mistura com a vontade, com a ansiedade. Mas a natureza tem seu tempo e paciência é ouro. Mas não só. Quando a gente coloca uma semente no solo, é preciso trabalhar duramente para ela vingar. Temos que ter atenção, cuidado. E isso vai nos acompanhar até que as raízes estejam firmes, fincadas do chão.
A planta que brota nos convida a acreditar no mundo. A vida acontece apesar de tudo. E que lindo isso. | Lua Barros Fonseca

simples *


terça-feira, 26 de maio de 2020

pequena lista de gratidão *

#1. a fé. o meu ponto de chegada e o meu ponto de partida. em tudo e para tudo. o meu lugar de abrigo, de conforto, de esperança, de amparo, de uma ternura que vem de um lugar que não se explica. o meu coração aberto à Luz, sem nada esconder, sem nada temer. a certeza de haver tanta estrada para andar e de ouvir a vida mandar [sempre] levantar e continuar.

#2. as voltas que a vida dá. doa o coração aquilo que doer, nunca devemos tentar convencer alguém a ficar na nossa vida. quem gosta fica, simples assim. quando não é simples, quando não traz sossego, não é amor, é apego.

#3. as dúvidas resolvidas, as respostas trazidas.
o açúcar dos meus dias: o começar e terminar sempre dentro do mesmo abraço; a fé que me carrega quando a força me falta; viver na Luz, na comunhão, na espessura e na bravura dos que, como eu, nunca, por nada, deixam de acreditar.

mantra de todos os dias *


segunda-feira, 25 de maio de 2020

parar e respirar *


(re)ler para não esquecer *

#1. aqui e agora.  estar presente e trabalhar o foco para permanecer no momento que estamos a viver. respirar lentamente e, ao expirar, deixar ir todas as coisas que nos preocupam. manter um post-it colado no espelho da nossa vida: a perfeição mata a diversão. nada (e ninguém) é perfeito. um grande viva! à vida real, às pessoas reais, à comida real, ao amor real, a tudo o que nos traz alegria, mas também dias virados do avesso, e dias tristes, e dias de ansiedade, e dias sem rumo e tudo o que uma boa viagem-de-vida tem dentro. abraçar a imperfeição e ser feliz no hoje.

#2. abrir espaço no peito para o amor próprio. acreditar mais em nós mesmos. enfrentar medos com um abraço a nós mesmos, com a coragem de sorrir todos os dias para nós mesmos, com a força que vem da alegria de viver esta vida que é a nossa, com tudo o que tem de bom e de mau. amar a pessoa que somos, cuidar de nós, protegermo-nos, cercarmo-nos de pessoas que nos elevam e encorajam. confiar nelas: não é por acaso que as vida as trouxe até nós.

#3. resiliência, uma forma de estar na vida. é muitas vezes nos momentos mais sombrios que se revelam as nossas maiores forças. as pessoas resilientes sabem que só o são por causa dos grandes desafios que tiveram de enfrentar. e sabem que o seu foco nunca poderia estar na forma como evitavam cair, mas sim nas soluções que foram reinventando para se levantarem, uma e outra vez. ninguém sabe o que é a coragem se só tiver vivido coisas boas. e ninguém sabe o quanto é amado e querido até ao dia em que perde o receio de pedir ajuda, de pedir o apoio das pessoas da sua vida.

trilhar caminho, sentir orgulho *