quinta-feira, 27 de julho de 2017

quarta-feira, 26 de julho de 2017

pessoas bonitas fazem coisas [muito] bonitas*

todos os dias são bons para te dizer obrigada ❥

passaram 8 anos. e todos os dias agradeço cada um deles. agradeço o propósito que a vida teve para nós, as voltas que teve de dar para que nós chegássemos à vida um do outro, as distâncias que tivemos de encurtar para respirar fundo e finalmente ancorar.
por nossa causa, hoje sei que duas linhas não se cruzam à toa. que há pessoas que trazem luz para os nossos dias e outras que chegam para iluminar a vida toda.
sei que não és uma pessoa perfeita. mas és a minha pessoa. e mesmo sabendo de cor cada um dos teus defeitos (e tu os meus, um por um), o meu coração-feliz só vê em ti coisas boas.
8 anos depois, e na montanha russa dos dias em que a nossa vida não é um lugar simples de entender, nem um verbo simples de conjugar, sei com a maior força da vida que tu és tudo o que eu preciso. e que de todas as dúvidas que tenho, tu és a minha maior certeza.

d e s c o m p l i c a .






terça-feira, 25 de julho de 2017

há uns dias foi assim*

a convite da Pescanova e da Samsung, sob o mote Sabores de Verão Pescanova, participei num dos workshops mais divertidos de sempre. o mote era preparar receitas frescas, ouvir as dicas do Chef Miguel Mesquita, do actor Lourenço Ortigão e da Nutricionista (tão, mas tão querida!) RaquelAbrantes.
as minhas parceiras de bancada (vencedoras do passatempo Pescanova/Samsung) foram as maiores e as melhores e os nossos pratos (salada de camarão e mexilhão para entrada e medalhões de pescada com crumble de azeitona como prato principal) estavam maravilhosos.
diverti-me, aprendi uns bons truques para repetir estas receitas em casa e fiquei super agradecida pelo convite que durante um par de horas funcionou como a minha terapia de mindfulness.
obrigada Pescanova e Samsung. adorei!



*
a receita maravilhosa que já repeti cá em casa
6 medalhões de pescada do Cabo Pescanova
1 pimento vermelho
1 pimento amarelo
1 cebola grande
vinagre de vinho branco q.b.
coentros frescos q.b.
azeite q.b.
2 folhas de louro
pimenta-preta em grão q.b.
3 dentes de alho
1 + 1/2 copo de vinho branco
1 + 1/2 copo de água
1 chávena de azeitonas pretas sem caroço
200 g de broa de milho

cortar os pimentos em tiras e a cebola em gomos. aquecer um pouco de azeite num tacho e juntar a cebola e os pimentos e deixar caramelizar em lume brando. temperar com sal e pimenta-preta. no fim, aromatizar com umas gotas de vinagre. reservar.
num outro tacho, levar a lume brando o azeite, os grãos de pimenta, o louro partido, o sal e os alhos cortados ao meio. quando estiver a ferver, adicionar o vinho branco e um pouco de água, se necessário. adicionar os medalhões de pescada e deixar cozer. retirar e reservar.
desfazer a broa de milho e tritura-la com as azeitonas até obter uma mistura com a textura de areia. reservar. de seguida, preparar o piso de coentros. aquecer um pouco de azeite. juntar num copo misturador os coentros e o azeite e triturar tudo.
servir o medalhão de pescada sobre a salada de pimentos e polvilhar com o crumble de broa e azeitonas. regar tudo com o piso de coentros.

» créditos das primeiras três fotografias | nuno fontinha

geografia emocional*

decido o que quero. acredito que posso ter, que mereço ter, que é possível ter. peço ao meu coração que tenha paciência, que tenha fé, que confie. que no meio de um medo e de uma dúvida exista a coragem. e que quando [ele] sentir que deve deixar ir, entenda que isso não é desistir, mas apenas aceitar que há coisas [e pessoas] que não podem ficar.
decido o que quero. e acredito que a vida vai trazer. que quando é para ser o universo conspira para acontecer [e que quando não é para ser também ele conspira, mas para me proteger]. 
não tenho pressa, aprendi a viver devagar. aprendi que a cada intervalo de luta me devo bem-querer, bem-gostar, e bem-proteger. 
decido o que quero. e não há um dia que não repita a mim mesma com a força de quem não desiste: 
tudo o que vem, vem no tempo certo.  
» créditos imagem | unsplash

auto-conceito*


segunda-feira, 24 de julho de 2017

sobre tanto talento, pequena maravilha*


para ti que estás a recomeçar*

ando com uma prancha de surf para todo o lado. será imaginária aos olhos dos outros, é muito real para mim. foi com a minha prancha que aprendi a fazer surf-da-vida. foi com ela que aprendi a ser paciente, resiliente, persistente, a saber esperar e a saber tolerar.  aprendi a não esbracejar com o mar, a aceitar que nem todos os dias são bons para mergulhar, a saber boiar na ondulação da vida, a saber estar e a saber confiar. guardo todo o silêncio bom que a minha prancha de surf-da-vida me ensinou a ouvir: para me conhecer melhor, para me compreender melhor, para largar carga e seguir leve nas ondas que vierem. 
todos os dias nado a acreditar que as melhores ondas da vida vêm das séries que sobrevivem à força dos piores ventos. todos os dias aprendo a aceitar que há ondas que valem sempre a pena arriscar e outras que – em nome do nosso bem maior - não valem o esforço e a luta para tentar a elas chegar.

 w o r k s h o p s 
às 9 @ academia
j u l h o

 workshop descomplica
lisboa - 25 de julho - em horário pós-laboral

 retiro sul ‘’mindfulness & love yourself’’
sul | 28, 29, 30, 31

informações e inscrições: asnoveacademia@gmail.com

a g o s t o

 workshop descomplica
lisboa - 5 de agosto
lisboa – 12 de agosto
porto – 19 de agosto
aveiro – 20 de agosto
faro - 28 de agosto

informações e inscrições: asnoveacademia@gmail.com

consultas individuais  de coaching | em lisboa ou via skype
asnoveacademia@gmail.com
*
workshops | palestras | coaching de equipas | retiros 
para empresas
sofiacastrof@gmail.com

» créditos imagem | diana basto via tumblr

lema de vida*


domingo, 23 de julho de 2017

sobre o meu Retiro: comer, orar e amar ❥

aquela coisa boa das pessoas certas cruzarem o nosso caminho na altura certa, de fazerem com que tudo fique mais certo em nós e à nossa volta. aquela sensação de plenitude pela confiança na lei do retorno que sabemos que não falha, e dos tropeços felizes nos que nos obrigam a parar, a pensar e a repensar todas as dúvidas, todos os medos, todas as escolhas. 
fomos ao fundo de nós mesmas, dos nossos 7 anos, e não voltamos iguais. rimos até doer a barriga, agradecemos as coisas pequenas da vida, dançámos tudo e demos tudo. com a ajuda da meditação, do Reiki e da PNL largámos as "pedras" todas porque aprendemos que é assim que se vive com mais leveza. 
demos e recebemos mil abraços que não se vão desfazer no tempo, simplesmente porque vamos permanecer ligadas por aquele fio invísivel que une todas as pessoas do Bem.
por causa deste grupo espectacular, nesta casa espectacular, hoje junto as mãos no peito e agradeço à Vida pela sorte bonita que tenho.
obrigada minhas maravilhosas
por estes três dias de muito, muito Amor. mas é um obrigada assim sem medida, para o resto da vida. 

resumo de(ste) domingo ❥


sexta-feira, 21 de julho de 2017

| 3 coisas boas | desta semana*


numa semana pode cabe a volta de uma vida inteira. a nossa foi assim:

#1
dias de mil reuniões e de muito coaching,  e dias de pôr-do-sol de pés na areia e muitos gelados para o coração bater ao ritmo do verão. algumas más notícias pelo meio, o nosso carro off, uma passagem pelas mãos de médicos 20 estrelas e terminar a semana a caminho de um dos lugares mais bonitos do nosso país. 
foi uma semana (re). 
(re) de resolver, de reajustar, de reorientar. de dar passos à frente, mesmo dando alguns atrás. de acreditar mais na seta que nos faz avançar, e de confiar que ela sabe sempre onde somos esperados.

#2
no dia em que nos sentimos mais fortes percebemos que nada nos pára. nesse dia agradecemos aquela dor e o tanto que ela nos ensinou. depois, dedimos viajar leves pela vida. e não carregar nada que não queremos sentir.

#3
 e quando caímos?
aprendemos duas coisas:
que só faz sentido aprender a levantar do chão se tivermos a coragem de arriscar cair. e que só faz sentido arriscar cair quando acreditamos que mesmo podendo vir a perder o que achamos que queremos, nunca iremos perder o que realmente precisamos.

» créditos imagem | violeta cor de rosa

espírito de sexta-feira*




quinta-feira, 20 de julho de 2017

# somos-da-tribo-do-sol




somos a favor de ficar até ao último raio de sol, de sermos os últimos a sair da praia, de ficarmos felizes com esse prémio no pódio do verão, de viver sem relógio no pulso e na vida, de só comer petiscos e gelados, de dormir com sal na pele e areia nos pés. somos a favor do cabelo solto, da roupa leve, de fazer amigos novos e de ir sem saber porquê, mas sim para quê.
somos tão a favor do verão que todos os anos lhe pedimos bem alto: por favor, verão, fica só mais uma estação.
*
| verão no bicho d'água - 2017 |

uma espécie de ponto final, parágrafo*

estavamos em 2005. um dos anos de maior mudança na minha vida. vivia no Brasil e agradecia todos os dias a sorte grande de estar a viver o meu sonho, de morar num país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza.
durante um ano conheci pessoas que foram fundamentais no meu caminho de auto-conhecimento. com elas aprendi uma das maiores ferramentas para ser feliz: ressignificar.
hoje sei com o que me devo importar. sei o que devo guardar no coração e o que nunca devo deixar entrar. sei não esconder a verdade e sei que não posso guardar o passado sem o resolver primeiro.
aprendi a ver a vida da forma que eu quero ver e não da forma que o mundo quer que eu veja. aprendi a aprender com tudo o que me acontece, não me lamentando pelo que corre mal, mas antes tirando uma lição de cada não, de cada travão, de cada beliscão, uma lição de crescimento-interior para o caminho que quero seguir e para a melhor versão da pessoa que quero ser.
estávamos em 2005.  ressignificar mudou [para sempre] a minha vida.

» créditos imagem | unsplash

plano para ser feliz*


quarta-feira, 19 de julho de 2017

sobre muito [muito] talento, pequena maravilha ❥

lema de vida*

o que de verdade importa não é o que te acontece. o que de verdade importa é o que tu fazes com o que te acontece. 
a escolha é mais ou menos como optar por ser um de dois tipos de pessoas: as que avançam depois de cometer um erro (está feito, feito está) ou as que ficam dias, semanas, meses, anos a questionar o que correu mal. 
há coisas que nunca vais perceber, respostas que nunca vais entender, pessoas que nunca vais querer ser.
quando o mundo te fizer duvidar lembra-te sempre da metáfora da lâmpada:
não há nada mais irritante do que uma lâmpada intermitente. aquela que nunca sabes se vai ficar boa ou apagar-se de vez.
ser ou não ser, ir ou ficar, ganhar ou perder. no meio há nada.

» créditos imagem | unsplash

respira fundo e pensa assim*


*depois, segue a tua resposta.